Se amanhã eu não estiver aqui

 

Aos 43 anos, (daqui a pouco 44) depois de muitos sucessos (e insucessos) a maior sensação que fica é a de ter sido sempre  original.

Amei, suporte, odiei quem eu quis e quando eu quis e tudo isso hoje me parece tão bom;

Sou grato a educação que tive de meus pais, minha mãe me ensinou a ser o que eu precisasse ser no momento para atingir meus objetivos, por vezes fui mais corajoso do que naturalmente sou e isso foi tão bom;

Meu pai me ensinou o amor incondicional  e a retribuição e por vezes amei mais do que eu devia sem exigir nada em troca e por vezes fui grato mesmo diante de muito pouco e isso foi tão bom;

Falando nisso, dos amores (aaah os amores) não tenho em minha vida amorosa nenhum desamor, todas as pessoas que passaram pela minha vida ainda as amo e elas me amam. Tomamos outros rumos e sempre que podemos nos apoiamos, de algumas delas somos os melhores confidentes uns dos outros. e olhando para tudo isso eu sei, foi tão bom;

Dos amigos, os pouco que tenho (Genivaldo, Jazon, Fabão, Wanderley) aprendi que não preciso concordar e aceitar tudo e que por vezes eles serão injustos comigo assim como tbm serei em algum momento com eles, e reconhecer e viver isso foi tão bom;

Das profissões e patrões tenho os mesmos sentimentos que dos meus “ex-amores”, todos os serviços que fiz não importa o ganho ou posição todos eles me ajudaram a em primeiro lugar ser útil e produtivo neste mundo de pessoas inertes e em segundo todos me foram extremamente importante pois me ajudaram a cuidar daqueles que amo, e isso tudo foi tão bom.

Das minhas sementes, (Kero, Karol, Ket, Pedro e Waldomiro) tenho a grata satisfação de ter criado as pessoas mais fantásticas que conheço, mesmo na minha limitação de ser aquilo que precisavam ou mereciam elas por conta praticamente se criaram se tornando pessoas admiráveis. Não existe, sensação, prazer ou ganho material que se compara a 1 minuto de conversa com elas(eles). Foram, são e serão sempre meu maior sucesso e prazer por isso agradeço a Deus o grato privilegio de pertencer a elas(eles) e isso é tão bom;

E para o texto não se tornar um livro resumo que, fui aos lugares que sempre desejei (menos machu picchu), amei, brinquei, abusei dos lícitos e do ilícitos, mas vivi as aventuras que meu coração pediu, trabalhei em tudo que desejei e fui abençoado com o sucesso de sempre desempenhar com esmero minha atribuições.

Não  sei o  que o futuro me reserva e embora eu seja um estrategista (frustrado) em tentar convence-lo que aquilo que desejo é o caminho, eu sei que ele sempre tem planos próprios e por vezes é teimoso.

Entao  seja como for o  amanha, tenho somente uma palavra p encerrar, *Obrigado*

Pelo privilégio de uma vida bem vivida e pelas pessoas que fizeram e fazem parte dela.

Carpe Diem! quam minimum credula póstero.

 

Cleber Jessé Batista

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